24 Outubro 2020

Você viu? Veja os 50 municípios mais ricos da agricultura brasileira

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Os municípios com maior valor da produção agrícola do país têm, em média, uma participação alta de seu Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário no PIB total do município. Para os 50 considerados mais ricos em termos de valor da produção, a média da participação do PIB agro no PIB total é de 36,8%, enquanto para o Brasil essa participação foi de 5,4%. A maior parte desses municípios situa-se em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A conclusão é de uma nota técnica da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base em dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) e do Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a notícia mais lida da semana sobre agricultura no portal de notícias do Canal Rural. Abaixo, confira essa e outras matérias.

Os preços dos principais grãos produzidos no Brasil, a soja e o milho, atingiram níveis recordes em 2020. Com exportações em alta, impulsionadas pela valorização do câmbio, e um consumo interno aquecido, a oferta desses grãos no país é escassa, o que obrigou o governo a zerar as tarifas para importação.

Com a escalada dos preços no mercado interno, a saca da soja chegou ao patamar de R$ 170, valor semelhante ao do boi gordo negociado na B3, antiga BM&F Bovespa, nesta época em 2019, quando o valor do animal atingiu R$ 171,50 no contrato para janeiro de 2020. Para o milho, a saca atualmente está cotada entre R$ 70 e R$ 72 na média de outubro, bem próximo do valor atingido pela soja neste mesmo período do ano passado, que foi de R$ 73, em Rondonópolis (MT), por exemplo.

Novas projeções do Instituto de Pesquisa Internacional da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostram que o fenômeno La Niña está mais forte e poderá ter efeito até abril de 2021, impactando as condições climáticas para o milho segunda safra.

De acordo com a Somar Meteorologia, já é possível sentir os efeitos do fenômeno. “No trimestre de dezembro deste ano a fevereiro de 2021, deve ser registrado o ápice do fenômeno, com o oceano mais frio. Mas até boa parte da segunda safra de milho será possível sentir os efeitos. Isso porque, o calendário ficará atrasado por conta do atraso atual”, explica a meteorologista Desirée Brandt.

Colocar preço em uma propriedade rural não é tarefa fácil, já que depende de muitos fatores como localização, topografia, solo e gastos com conservação e melhorias da área, além, claro, da necessidade de quem compra ou vende. Por isso, no Brasil, tem hectare para todos os bolsos, como nos mostra o corretor rural Nilo Ourique.

“O mais barato [que negociei] foi uma propriedade lá em Boa Vista, Roraima. Foi R$ 1 mil pelo hectare. Na outra ponta, a mais cara que a gente já vendeu foi de 1 mil sacas de soja, cerca de R$ 125 mil o hectare. Pequena diferença, né?”, disse.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 16,  portaria com o novo Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. O documento contém a definição de diretrizes gerais do fundo público para o financiamento de compra de terras para camponeses, agricultores familiares e trabalhadores rurais, além de normas para a gestão e a destinação dos recursos.

Os municípios com maior valor da produção agrícola do país têm, em média, uma participação alta de seu Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário no PIB total do município. Para os 50 considerados mais ricos em termos de valor da produção, a média da participação do PIB agro no PIB total é de 36,8%, enquanto para o Brasil essa participação foi de 5,4%. A maior parte desses municípios situa-se em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A conclusão é de uma nota técnica da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base em dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) e do Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para Sapezal (MT), líder na produção de algodão, o PIB agro em relação PIB do município é de 54,5%; para São Desiderio (BA), líder do algodão na Bahia, a participação do PIB é de 66,5%. Para Diamantino (MT), é de 54,3%, e em Formosa do Rio Preto, a participação é de 64,0%.

 

 

Os municípios com maior valor da produção agrícola do país têm, em média, uma participação alta de seu Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário no PIB total do município. Para os 50 considerados mais ricos em termos de valor da produção, a média da participação do PIB agro no PIB total é de 36,8%, enquanto para o Brasil essa participação foi de 5,4%. A maior parte desses municípios situa-se em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A conclusão é de uma nota técnica da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base em dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) e do Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa foi a notícia mais lida da semana sobre agricultura no portal de notícias do Canal Rural. Abaixo, confira essa e outras matérias.

Os preços dos principais grãos produzidos no Brasil, a soja e o milho, atingiram níveis recordes em 2020. Com exportações em alta, impulsionadas pela valorização do câmbio, e um consumo interno aquecido, a oferta desses grãos no país é escassa, o que obrigou o governo a zerar as tarifas para importação.

Com a escalada dos preços no mercado interno, a saca da soja chegou ao patamar de R$ 170, valor semelhante ao do boi gordo negociado na B3, antiga BM&F Bovespa, nesta época em 2019, quando o valor do animal atingiu R$ 171,50 no contrato para janeiro de 2020. Para o milho, a saca atualmente está cotada entre R$ 70 e R$ 72 na média de outubro, bem próximo do valor atingido pela soja neste mesmo período do ano passado, que foi de R$ 73, em Rondonópolis (MT), por exemplo.

Novas projeções do Instituto de Pesquisa Internacional da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, mostram que o fenômeno La Niña está mais forte e poderá ter efeito até abril de 2021, impactando as condições climáticas para o milho segunda safra.

De acordo com a Somar Meteorologia, já é possível sentir os efeitos do fenômeno. “No trimestre de dezembro deste ano a fevereiro de 2021, deve ser registrado o ápice do fenômeno, com o oceano mais frio. Mas até boa parte da segunda safra de milho será possível sentir os efeitos. Isso porque, o calendário ficará atrasado por conta do atraso atual”, explica a meteorologista Desirée Brandt.

Colocar preço em uma propriedade rural não é tarefa fácil, já que depende de muitos fatores como localização, topografia, solo e gastos com conservação e melhorias da área, além, claro, da necessidade de quem compra ou vende. Por isso, no Brasil, tem hectare para todos os bolsos, como nos mostra o corretor rural Nilo Ourique.

“O mais barato [que negociei] foi uma propriedade lá em Boa Vista, Roraima. Foi R$ 1 mil pelo hectare. Na outra ponta, a mais cara que a gente já vendeu foi de 1 mil sacas de soja, cerca de R$ 125 mil o hectare. Pequena diferença, né?”, disse.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 16,  portaria com o novo Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. O documento contém a definição de diretrizes gerais do fundo público para o financiamento de compra de terras para camponeses, agricultores familiares e trabalhadores rurais, além de normas para a gestão e a destinação dos recursos.

Os municípios com maior valor da produção agrícola do país têm, em média, uma participação alta de seu Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário no PIB total do município. Para os 50 considerados mais ricos em termos de valor da produção, a média da participação do PIB agro no PIB total é de 36,8%, enquanto para o Brasil essa participação foi de 5,4%. A maior parte desses municípios situa-se em Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A conclusão é de uma nota técnica da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base em dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) e do Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para Sapezal (MT), líder na produção de algodão, o PIB agro em relação PIB do município é de 54,5%; para São Desiderio (BA), líder do algodão na Bahia, a participação do PIB é de 66,5%. Para Diamantino (MT), é de 54,3%, e em Formosa do Rio Preto, a participação é de 64,0%.

 

 


Fonte Canal Rural

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