29 Outubro 2020

Soja: valor da saca recua para R$ 175 no Paraná; em Mato Grosso, preço sobe

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Com as cotações em Chicago em baixa e o dólar estável, os preços oscilaram regionalmente, sem uniformidade nas principais praças do país

Por Agência Safras

Com as atenções do produtor voltadas para o plantio, o mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios nesta quinta. Com as cotações em Chicago em baixa e o dólar estável, os preços oscilaram regionalmente, sem uniformidade nas principais praças do país.

Em Passo Fundo (RS), a saca de soja de 60 quilos seguiu em R$ 173. Na região das Missões, a cotação passou de R$ 170 para R$ 172. No porto de Rio Grande, o preço subiu de R$ 168 para R$ 169.

Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 177 para R$ 175 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 156.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 176 para R$ 178. Em Dourados (MS), a cotação aumentou de R$ 170 para R$ 172. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 176.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos, perto da estabilidade. As primeiras posições ainda foram pressionadas pelo clima de aversão ao risco em meio ao aumento dos casos de Covid. A queda do petróleo pressionou as commodities agrícolas.

Já as posições mais distantes ainda encontram sustentação nos sinais de demanda aquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.620.700 toneladas na semana encerrada em 22 de outubro. Representa uma retração de 27% frente à semana anterior e um recuo de 35% sobre a média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 1.073.900 toneladas.

Para a temporada 2021/22, são mais 9.000 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar por libra-peso ou 0,52% a US$ 10,51 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,50 por bushel, com perda de 4,25 centavos ou 0,4%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,05% a US$ 376,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 33,06 centavos de dólar, baixa de 0,36 centavo ou 1,07%.

O dólar comercial encerrou a sessão estável, sendo negociado a R$ 5,7650 para venda e a R$ 5,7630 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7460 e a máxima de R$ 5,7920.

Com as cotações em Chicago em baixa e o dólar estável, os preços oscilaram regionalmente, sem uniformidade nas principais praças do país

Por Agência Safras

Com as atenções do produtor voltadas para o plantio, o mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios nesta quinta. Com as cotações em Chicago em baixa e o dólar estável, os preços oscilaram regionalmente, sem uniformidade nas principais praças do país.

Em Passo Fundo (RS), a saca de soja de 60 quilos seguiu em R$ 173. Na região das Missões, a cotação passou de R$ 170 para R$ 172. No porto de Rio Grande, o preço subiu de R$ 168 para R$ 169.

Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 177 para R$ 175 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 156.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 176 para R$ 178. Em Dourados (MS), a cotação aumentou de R$ 170 para R$ 172. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 176.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços mistos, perto da estabilidade. As primeiras posições ainda foram pressionadas pelo clima de aversão ao risco em meio ao aumento dos casos de Covid. A queda do petróleo pressionou as commodities agrícolas.

Já as posições mais distantes ainda encontram sustentação nos sinais de demanda aquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.620.700 toneladas na semana encerrada em 22 de outubro. Representa uma retração de 27% frente à semana anterior e um recuo de 35% sobre a média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 1.073.900 toneladas.

Para a temporada 2021/22, são mais 9.000 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1 milhão e 2 milhões de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar por libra-peso ou 0,52% a US$ 10,51 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,50 por bushel, com perda de 4,25 centavos ou 0,4%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,05% a US$ 376,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 33,06 centavos de dólar, baixa de 0,36 centavo ou 1,07%.

O dólar comercial encerrou a sessão estável, sendo negociado a R$ 5,7650 para venda e a R$ 5,7630 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7460 e a máxima de R$ 5,7920.


Fonte Canal Rural

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