29 Outubro 2020

Brasil abre 100 novos mercados externos para produtos agropecuários

Escrito por 
Avalie este item
(0 votos)

O Brasil conquistou a abertura de 100 novos mercados para produtos da agropecuária nacional desde janeiro de 2019. Segundo o ministério da Agricultura, o mais recente é exportação de suínos (reprodução) para a Colômbia.

O trabalho de abertura de mercados externos não contempla apenas a venda de produtos tradicionais dos quais o Brasil já é um grande exportador, como carnes, mas de diversos produtos da cadeia agrícola, como castanhas, chá, frutas, pescados, lácteos e plantas, atendendo ao objetivo do ministério de diversificar a pauta exportadora brasileira.

“Isso significa novas oportunidades para os produtores brasileiros que vêm trabalhando com afinco e demonstrando muita resiliência, mesmo passando por uma pandemia. Acredito muito na competência e competitividade dos nossos produtores e essas aberturas refletem a intenção do Mapa em diversificar cada vez mais nossa pauta de exportação”, destaca a ministra Tereza Cristina.

Entre as aberturas de produtos não tradicionais estão Castanha de Baru para a Coreia do Sul, mudas de coco para a Guiana, Castanha do Brasil para Arábia Saudita, milho de pipoca para Colômbia, gergelim para Índia, mudas de eucalipto para Colômbia, ovos com casca para Singapura e abacate para Argentina.

Foram abertos mercados para produtos de alto valor agregado, como material genético avícola para os Emirados Árabes Unidos e Marrocos e embriões equinos para os Estados Unidos.

Dos 100 novos mercados, 45 são na América (Argentina, Colômbia, Peru, Estados Unidos, México, Canadá, Guiana, Equador, Venezuela, Guatemala e Bolívia); 40 na Ásia (Arábia Saudita, China, Cazaquistão, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Índia, Japão, Malásia, Indonésia, Taiwan, Irã, Tailândia, Mianmar, Singapura e Qatar); 14 na África (Egito, Marrocos e Zâmbia) e um na Oceania (Austrália), conforme dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa. 

Mesmo com os impactos da pandemia do coronavírus, a maioria dos processos de abertura foi concluída este ano, com 66 mercados.

Os novos mercados envolvem 30 países. Isso porque algumas nações passaram a importar mais de um produto agrícola do Brasil. Cada novo mercado corresponde a exportação de um produto.  Nesse sentido, houve uma ampliação significativa com os vizinhos sul-americanos, com a abertura de 17 novos produtos para a Argentina, oito para a Colômbia e seis para a Bolívia.

“Abrir um mercado é abrir uma porta. E estou certa de que trabalharemos juntos para que nossos produtores de fato passem por ela”, afirma a ministra.

Na Ásia, Singapura e Mianmar abriram sete novos mercados, cada um, para os produtos brasileiros. Na África, Egito abriu oito mercados.

Dos 100 novos mercados, os produtos derivados de aves (carnes, miúdos e farinhas) estão entre os mais procurados, totalizando 13 aberturas, assim como 11 de bovinos, nove de plantas, oito de produtos suínos, oito de material genético bovino, sete de lácteos e cinco de frutas.

 

O Brasil conquistou a abertura de 100 novos mercados para produtos da agropecuária nacional desde janeiro de 2019. Segundo o ministério da Agricultura, o mais recente é exportação de suínos (reprodução) para a Colômbia.

O trabalho de abertura de mercados externos não contempla apenas a venda de produtos tradicionais dos quais o Brasil já é um grande exportador, como carnes, mas de diversos produtos da cadeia agrícola, como castanhas, chá, frutas, pescados, lácteos e plantas, atendendo ao objetivo do ministério de diversificar a pauta exportadora brasileira.

“Isso significa novas oportunidades para os produtores brasileiros que vêm trabalhando com afinco e demonstrando muita resiliência, mesmo passando por uma pandemia. Acredito muito na competência e competitividade dos nossos produtores e essas aberturas refletem a intenção do Mapa em diversificar cada vez mais nossa pauta de exportação”, destaca a ministra Tereza Cristina.

Entre as aberturas de produtos não tradicionais estão Castanha de Baru para a Coreia do Sul, mudas de coco para a Guiana, Castanha do Brasil para Arábia Saudita, milho de pipoca para Colômbia, gergelim para Índia, mudas de eucalipto para Colômbia, ovos com casca para Singapura e abacate para Argentina.

Foram abertos mercados para produtos de alto valor agregado, como material genético avícola para os Emirados Árabes Unidos e Marrocos e embriões equinos para os Estados Unidos.

Dos 100 novos mercados, 45 são na América (Argentina, Colômbia, Peru, Estados Unidos, México, Canadá, Guiana, Equador, Venezuela, Guatemala e Bolívia); 40 na Ásia (Arábia Saudita, China, Cazaquistão, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Índia, Japão, Malásia, Indonésia, Taiwan, Irã, Tailândia, Mianmar, Singapura e Qatar); 14 na África (Egito, Marrocos e Zâmbia) e um na Oceania (Austrália), conforme dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa. 

Mesmo com os impactos da pandemia do coronavírus, a maioria dos processos de abertura foi concluída este ano, com 66 mercados.

Os novos mercados envolvem 30 países. Isso porque algumas nações passaram a importar mais de um produto agrícola do Brasil. Cada novo mercado corresponde a exportação de um produto.  Nesse sentido, houve uma ampliação significativa com os vizinhos sul-americanos, com a abertura de 17 novos produtos para a Argentina, oito para a Colômbia e seis para a Bolívia.

“Abrir um mercado é abrir uma porta. E estou certa de que trabalharemos juntos para que nossos produtores de fato passem por ela”, afirma a ministra.

Na Ásia, Singapura e Mianmar abriram sete novos mercados, cada um, para os produtos brasileiros. Na África, Egito abriu oito mercados.

Dos 100 novos mercados, os produtos derivados de aves (carnes, miúdos e farinhas) estão entre os mais procurados, totalizando 13 aberturas, assim como 11 de bovinos, nove de plantas, oito de produtos suínos, oito de material genético bovino, sete de lácteos e cinco de frutas.

 


Fonte Canal Rural

Mais Notícias

Trigo: na reta final de colheita, preço sobe 18% no Rio Grande do Sul

23-11-2020

As negociações de trigo transcorrem de forma lenta, com preços elevados em relação à média histórica e moinhos aproveitando o maior volume de ofertas à medida que a colheita se aproxima do fim no Paraná e se acelera no Rio Grande do Sul, destaca a No Rio Grande do Sul a colheita do trigo se aproxima do final, com 97% da área colhida. As lavouras nã...

Leia mais...

Milho: oferta aumenta no Brasil, mas preços permanecem estáveis

23-11-2020

 O mercado brasileiro de milho abriu a semana mantendo cotações estáveis. Segundo o consultor de Safras & Mercado, Paulo Molinari, houve alguma melhora pontual na oferta em algumas regiões, mas no geral a estabilidade predominou.No Porto de Santos, a saca de milho foi negociada a R$ 76/83. No Porto de Paranaguá (PR), o valor foi de R$ 74,5...

Leia mais...

Daoud: É preciso definir uma política agrícola para os pequenos produtores

23-11-2020

Produtores rurais do Rio Grande do Sul estiveram reunidos com a ministra da Agricultura Tereza Cristina para pedir apoio sobre a estiagem que castiga os produtores do estado. Entre as demandas solicitadas, os produtores querem fazer replantio nas áreas afetadas com a seca, utilizando um novo financiamento do governo.Para o comentarista do Canal Rur...

Leia mais...

Chuva abaixo da média? Veja o que esperar do clima entre dezembro e maio

23-11-2020

De acordo com meteorologistas, janeiro será o primeiro mês com chuva dentro do esperado para o Sul, que é castigado pela estiagemA mais recente previsão da Universidade de Colúmbia para o trimestre dezembro-janeiro-fevereiro indica abaixo da média no Sul e acima da média em boa parte do Norte e Nordeste. As regiões Sudeste e Centro-Oeste receberão...

Leia mais...

Soja: em forte queda, saca vai de R$ 185 para R$ 168 em Mato Grosso

23-11-2020

Por outro lado, as vendas da safra nova já tem preços mais altos, com a saca sendo negociada a R$ 150 no Rio Grande do SulPor Agência SafrasO mercado brasileiro de soja iniciou a semana travado. Os preços têm comportamento divergentes: no disponível as cotações estão cedendo, sem oferta e sem interesse. Na safra nova, as cotações sobem, batendo em ...

Leia mais...

Área colhida com cana-de-açúcar é a maior dos últimos cinco anos, diz Unica

23-11-2020

A estimativa de área colhida com cana-de-açúcar até outubro deste ano apresenta elevação de 1,2% no comparativo com o último ciclo agrícola, alcançando 7,099 milhões de hectares no Centro-Sul. Este é o maior avanço na área colhida das últimas cinco safras, favorecido pelo aproveitamento do tempo acima da média – no acumulado da safra 2020/202...

Leia mais...

Preço recebido pelo produtor rural sobe 11,89% em outubro, diz Farsul

23-11-2020

O Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores rurais (IIPR) em outubro registrou inflação de 11,89% em relação ao mês imediatamente anterior. A valorização dos preços é resultado da combinação da alta taxa de câmbio, menor oferta e demanda interna de alimentos aquecida, reflexo do Auxílio Emergencial, informa boletim mensal da .O IIPR ...

Leia mais...

Governo vai cobrar IPVA sobre máquinas agrícolas e tratores?

23-11-2020

A partir de março de 2021, produtores rurais que tenham máquinas agrícolas que precisam circular em vias públicas terão que registrá-las na Plataforma Digital de Registro e Gestão de Tratores e Equipamentos Agrícolas (ID Agro), “Ferramentas como essa – simples, sem custo para o agricultor, mas de grande valia – são o que queremos cada v...

Leia mais...

Governo vai cobrar IPVA sobre máquinas agrícolas e tratores?

23-11-2020

A partir de março de 2021, produtores rurais que tenham máquinas agrícolas que precisam circular em vias públicas terão que registrá-las na Plataforma Digital de Registro e Gestão de Tratores e Equipamentos Agrícolas (ID Agro), “Ferramentas como essa – simples, sem custo para o agricultor, mas de grande valia – são o que queremos cada v...

Leia mais...